quarta-feira, 1 de janeiro de 2014

INVEJA



Malditos indivíduos de olhos invejosos
Rancorosos olhos que me veem passar
Olhos malignos, maléficos olhos maldosos
Onustos de maus presságios para lançar.

Maldizem ó enraivecidas línguas faladoras
Assassinas de minha impecável reputação
Rogam-me pragas em forma de coro
Ó más-línguas, sombras da maldição.

Pouco importa o que faço e o que não faço
Pouco ainda, o que fiz ou o que deixei por fazer
Pouco importa o que sou ou o que não sou
Tampouco, o que tenho e o que deixei de ter.

Têm pessoas que me afligem, me fazem chorar
Outras querem o meu bem, me fazem sorri
Algumas me desejam mal, me querem infeliz
Há quem estendem as mãos para mim alegrar.

Não ligo para o que falam de mim
Não as dou ouvidos, sou assim
Ignoro o que pensam ou dizem
A meu respeito, sou quem eu sou, enfim.
Autor: jostly

LinkWithin

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...