quarta-feira, 13 de novembro de 2013

ÁGUAS AMARGAS


Diante dos meus olhos, vejo um rio
 Um rio de águas límpidas e claras
 Que se sente a nascente na cara
 Dum pequeno rio sem desvio.

Rio de águas cristalinas e salgadas,
Não molham plantas, nem as aves bebem
Nesse rio, não há quem nele pesque
Pois, não há peixes nestas águas malvadas.

Vejo um rio que nele não se nada
Não se banha, nem se bebe destas águas
É rio de sentimento onusto de mágoas.

Essas águas só molham o meu rosto
Deixa-me cheio de desgosto
Porque é rio de lágrimas amargas.
Autor: Jostly

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