segunda-feira, 16 de setembro de 2013

SOLIDÃO


Às vezes de tão triste eu choro tanto
Que pareço me desmanchar em pranto
Como a neve que se desfaz ao calor solar
Meus olhos  ruborizam-se de tanto lacrimejar.

Onde tu andas meu amor?
Meu coração por ti espera, cansa.
Venha logo sem tardança
Trazer para mim o seu prezar.

A solidão me congela
A minha alma de frio treme,
A melancolia muito me oprime
Contra mim, meu coração se rebela.

Em toda essa supliciada vida
Em busca de felicidade nessa espera árdua
Sinto-me como uma planta descuidada
Que aos poucos vai murchando.

Na cama, o silêncio noturno me tiraniza
Pela fresta da janela, um vendo gélido a silvar
Sua canção fantasmagórica de lúgubres medonha
Essa canção tristonha, que faz a noite adormecer.
Autor: jostly

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